Performancing Metrics

Vou começar agora a atualizar o WordPress com a “ajuda” do Ghedin (na verdade, “ajuda” é uma forma de não admitir publicamente que ele vai fazer tudo pra mim). Ah, eu fiz os backups e desativei os plugins, não conta? (”Mãe, quero ajudar a fazer o bolo!” - “Ok, mexe aqui pra mim” - tipo isso!) ;-)

Neste meio tempo, todos os plugins estão desativados, então se notarem qualquer comportamento estranho no blog, é por isso. Volto quando estiver tudo em ordem.

Update (21:47): Tudo atualizado e funcionando, rodando macio e sem nenhum acidente de percurso. :-) Valeu, Ghedin!

(sim, eu sei que atualizar o WordPress é fácil. Bla bla bla… Sempre atualizei todos os meus 5 blogs, mais os blogs de uma dúzia de pessoas toda vez que saía uma atualização. É fácil quando dá tudo certo. Mas da última vez rolou um “Houston, we have a problem” - que eu não consegui consertar até hoje em outro blog meu. Não quis correr nenhum risco com o Sinestesia, ainda mais na correria em que estou!)

O próximo passo é… tema novo! Sim, eu acho que vou mudar o tema do Sinestesia. Por mais apegada que eu seja ao meu filho Connections e por mais que o Sinestesia já tenha a cara do filme Before Sunset, depois de 4 anos está na hora de renovar o visual. Mas isso fica pra outro dia.

[2] Comentários 

Com uma semana de atraso (porque fiquei presa em São Paulo na semana passada após ter meu carro guinchado (!), mas isso é assunto pra outro post), finalmente vim falar sobre o Google Search Masters que aconteceu na quarta-feira passada, dia 24 de Setembro.

O evento foi gratuito, no hotel Ceasar Park Faria Lima. Eu fui como convidada de imprensa para cobrir o evento para o Meio Bit - cordialidade do Felix Ximenes, Diretor de Comunicação do Google Brasil.

Foi um evento maior do que eu esperava: auditório lotado com aproximadamente 600 pessoas. Organização impecável (como descrevi no artigo do Meio Bit), feita pela área de marketing do Google com apoio da Agência Ideal na coordenação da dinâmica entre imprensa/blogueiros e palestrantes.

Google Search Masters - Rajat Mukherjee

Antes de falar sobre o evento em si…

…quero contextualizar algo: como escrevi no post anterior, além das palestras propriamente ditas, eu estava também empolgada com este evento por outros motivos - pessoais e profissionais. Explico, agora, em maiores detalhes:

Para quem não sabe, eu comecei blogando em inglês e estabeleci um relacionamento com a blogosfera de fora que já vem de muitos anos. Uma das pessoas que conheci desta forma e com quem venho mantendo algum contato há alguns anos é o Adam Lasnik, evangelista do Google e um dos palestrantes do evento. Meu contato com ele vem de desde antes do lançamento do tema Connections em 2005 e, por vários motivos, eu sempre respeitei muito a opinião dele em diversos assuntos e admirei seu estilo de escrita e senso de humor.

Cerca de um mês e meio antes do evento, quando nem eu própria sabia que iria participar, trocamos uma série de emails, através dos quais eu dei diversas dicas a ele sobre lugares que ele poderia visitar quando estivesse no Brasil, com indicação de hotéis, etc. Sem a informação de que eu também estaria no evento, combinamos de nos encontrar em São Paulo. Mas aí, cheia de surpresas como é a vida, acabamos indo ambos parar justo no Google Search Masters, o que uniu o útil ao agradável. Combinamos, então, de almoçar no dia do evento e, se possível, nos encontrar também fora dele para um bate-papo.

Além do Adam, eu queria muito também conversar com o Pedro Dias. O Pedro é Português, trabalhando no Google na Irlanda como responsável por Search Quality para mercados de Língua Portuguesa. Eu não tive nenhum contato com ele anterior ao evento, mas evidentemente o Pedro era um dos palestrantes que mais teria a contribuir com suas opiniões e informações sobre o nosso mercado nacional. Portanto, meu interesse em trocar idéias com ele era grande.

Por fim, eu estava também feliz com a oportunidade de encontrar com o Hernani Dimantas (o “Marketing Hacker“) - que foi quem, aliás, me falou sobre o evento originalmente. Há muitos meses vínhamos tentando marcar um encontro (juntamente e, também, por intermédio de um amigo de longa data da minha era urbana e agências, o Celso Goya) que, por um motivo ou outro, não havíamos ainda conseguido coordenar.

Por estas três razões, além do meu interesse no conteúdo das palestras e, evidentemente, por cobrir o evento pelo Meio Bit (que é sempre um prazer, além de trabalho), fiz as malas na terça-feira passada e fui para São Paulo, empolgada com o Google Search Masters.

Agora sim, o evento em si:

O Google trouxe palestrantes de diversos países para falar sobre os seguintes assuntos: Google Search Appliances (Francisco Gioielli), Grupos U2U de Webmasters (Pedro Dias), Webmasters Tools (Ben D’Angelo), Central do Webmaster e Melhores Práticas (Adam Lasnik), Mecanismo de Pesquisa Personalizada (Rajat Mukherjee), O Futuro da pesquisa (Daniel Loreto) e Novos Produtos (Fernando Delgado). E, como é de costume, estavam também na abertura do evento o Alexandre Hohagen e o próprio Felix Ximenes.

Google Search Masters

No cadastramento, na entrada, recebemos uma pasta com brindes e um formulário para feedback do evento. A maioria das palestras foi em inglês, razão pela qual foi disponibilizada a tradução simultânea. Ao final de cada uma, espaço para perguntas da platéia. Entre as palestras, coffee-breaks muito bem servidos. Almoço descontraído: além de várias opções de bebidas, serviram uma bandeja com lanches e as pessoas formaram grupos sentados no chão para bater papo enquanto comiam. Achei isso genial! Este ar de descontração é a cara do Google e deixa eventos como este mais divertidos.

Lunch with Adam and bloggers - Google Search Masters Adam and I - Lunch - Google Search Masters

Almocei, conforme combinado, com o Adam e resolvemos ir sentar com um pessoal da lista de discussão Google Search Masters Brasil - que conheci também lá no evento. Durante este almoço, o Adam respondeu algumas perguntas dos meninos, que estavam interessados em falar sobre Google. Eu estava mais interessada no bate-papo informal e, finalmente, tivemos um tempinho para isso. Ele, com o senso de humor, simpatia e carisma que transparecem online e se revelaram fiéis na personalidade ao vivo. A maioria das pessoas neste evento provavelmente viu o Adam como o evangelista do Google. Mas para mim, o mais valioso neste encontro foi mesmo o contato mais pessoal.

Já tendo encontrado com o Hernani logo que cheguei ao evento, conversamos também um pouco durante o almoço. O Hernani desenvolve hoje um trabalho interessante como coordenador do Laboratório de Inclusão Digital e Educação Comunitária - Lidec, da Escola do Futuro.

Eu e Hernani Dimantas - Google Search Masters

Na parte da tarde, a Marina Zveibil, da Agência Ideal, me procurou para falar sobre as entrevistas com os palestrantes. Convidados de imprensa poderiam fazer entrevistas individuais com eles, mas eu optei por fazer algo mais informal ao final do evento para não retirar nenhum deles da palestra uns dos outros. Elogiei a organização do evento e ela, então, me apresentou à Diana Cerveira, do Google, responsável pela organização no local. Conversamos um pouco e aproveito para agradecer às duas pela atenção que me deram.

Depois da última palestra, então, fui conversar com o Pedro Dias. Não vou publicar aqui esta conversa porque estou preparando a entrevista dele que será postada no Meio Bit, mas o papo foi muito agradável, as informações muito coerentes e digo a todos os envolvidos com desenvolvimento para a web e produção de conteúdo no Brasil, incluindo blogueiros(as), que procurem ouvir o que o Pedro tem a dizer. Participem do Grupo de Ajuda a Webmasters do Google, uma das melhores fontes de informação no assunto.

Eu e Pedro Dias - Google Search Masters Eu, Rajat Mukherjee e Ben D'Angelo - Google Search Masters
(Eu e Pedro dias| Rajat, eu e Ben)

Falei sobre a questão do conteúdo das palestras lá no Meio Bit, mas vou repetir aqui. Os temas foram abrangentes. A profundidade do conteúdo… depende da pessoa para quem você perguntar. A platéia era heterogênea, pessoas com níveis de conhecimentos muito diferentes. Para o meu nível de conhecimento, o aprendizado foi pequeno. Ainda assim, ouvi algumas coisas que ainda não sabia e, verdade seja dita, em vários momentos me peguei pensando “Sei isso, mas não estou colocando em prática” Então, receber toda esta informação de forma estruturada me ajudou a montar um checklist de coisas a fazer em cada um dos meus blogs e projetos para otimizá-los. Mas, tomando por base as perguntas da platéia, acredito que o conteúdo tenha sido valioso para muitos.

Google Search Masters - Rajat Mukherjee Adam Lasnik - Google Search Masters
Google Search Masters - Daniel Loreto Google Search Masters

Saí muito satisfeita do evento, tanto com relação à organização quanto à qualidade dos palestrantes. O contato com as pessoas - tanto com os Googlers quanto com outros blogueiros e desenvolvedores - foi excepcional.

Para terminar, lembrando que eu e o Nando Kanarski do Undergoogle mantivemos a lista de discussão Google Search Masters Brasil para todos aqueles que se interessarem em falar sobre os temas do evento, incluindo busca, produtos do Google, melhores práticas e otimização, desenvolvimento, além de eventos da indústria. Façam seus cadastros no link abaixo:

http://groups.google.com/group/google-search-masters-brasil

MAIS SOBRE O EVENTO:

Fotos:

Blogs:

Vídeos oficiais:

Fotos Oficiais:

Outros vídeos no YouTube:

Os meus vídeos, se a conexão colaborar eu subo assim que sobrar um tempinho e atualizo o post com eles.

(Mande um trackback pra cá ou poste um comentário com o link caso seu post não apareça na lista.)

[2] Comentários 

Estou na correria e com alguns posts atrasados para escrever, mas vou passar este na frente para deixar, muito rapidamente (e não com a atenção que gostaria de dar), os links de duas iniciativas bacanas da blogosfera:

Outubro Rosa: via Sam Shiraishi e Kaka. Leia os posts e participe da blogagem coletiva.

Pesquisa “Quem é o blogueiro brasileiro?: iniciativa do Pedro Cardoso, com apoio da Tine Araújo (informações adicionais aqui). Se você é blogueiro(a), responda a pesquisa aqui e divulgue.

[6] Comentários 

Acontece no dia 24 de Setembro o Google Search Masters, evento gratuito promovido pelo Google no Ceasar Park Faria Lima, em São Paulo.

Google Search Masters 2008

A agenda do dia traz sessões voltadas a webmasters interessados em aprimorar seu conhecimento sobre a plataforma de busca e produtos do Google. O evento será aberto pelo Alexandre Hohagen, terminando com um misterioso”Anúncio Especial - Novos Produtos” e contará com a presença de especialistas de diversos países (Adam Lasnik, Rajat Mukherjee,  Pedro Dias, Ben D’Angelo, Francisco Gioielli e Daniel Loreto), que ministrarão as palestras.

Além de ter o interesse profissional no evento por motivos óbvios, estou também feliz com a oportunidade de conhecer pessoalmente o Adam, com quem tenho contato há alguns anos. Ele é um cara que eu respeito muito: não só é fera em tudo o que faz profissionalmente, como também escreve maravilhosamente e é aquele tipo de pessoa que se relaciona bem com todo mundo. Se a palestra dele tiver o mesmo senso de humor e o mesmo tom usado por ele em contatos informais e nos textos que escreve, o que é bem provável, sei que vou adorar! De qualquer forma, estou feliz com a oportunidade de conhecê-lo e poder bater um papo pós-evento.

As vagas para o Google Search Masters já estão esgotadas. Mas como resultado de uma troca de mensagens hoje no Twitter, o @nandokanarski  do Undergoogle criou  um grupo para todos os interessados em debater os assuntos relacionados às palestras, mesmo os que não estarão presentes. Se este for seu caso e quiser trocar idéias sobre otimização de busca e ferramentas do Google, faça seu cadastro aqui.

E, a quem for ao evento, vejo vocês lá.

1 Comentário 

Que eu adoro o Skype e sou praticamente uma evangelista do programa/serviço, não é segredo para ninguém. Uso Skype há muitos anos, seguramente mais de 3. Tenho números SkypeIn no Brasil e EUA para fins profissionais e pessoais. Já experimentei praticamente todos os serviços disponíveis para usuários no Brasil. Skype faz parte do meu dia-a-dia.

Mês passado resolvi contratar um dos novos planos de assinatura deles, lançados em Maio deste ano. Atualmente são 3 os planos disponíveis:

Brasil 400 - R$14.95/mês
400 minutos em chamadas mensais para telefones fixos no Brasil.

Mundo 400 - R$24.95/mês
400 minutos em chamadas mensais para telefones fixos no Brasil e 34 países no mundo (inclui celulares em alguns países, incluindo Canadá e EUA)

Mundo Ilimitado - R$22.95/mês
Chamadas ilimitadas para telefones fixos em 34 países no mundo (exceto Brasil) - também inclui chamadas para celulares em alguns países.

Como faço muitas ligações internacionais, o plano mais adequado para mim foi o Mundo 400. Infelizmente o Mundo Ilimitado não permite ligações para o Brasil. Se este fosse o caso, teria contratado este ao invés do Mundo 400.

Depois do primeiro mês de testes, resolvi manter o serviço. Fiz várias ligações interurbanas e internacionais, acompanhando a utilização dos minutos pela minha conta. Isso reduziu bastante o consumo de créditos que eu comprava mensalmente e resultou em uma boa economia nas contas de telefone fixo e celular.

As assinaturas vêm acompanhadas de voicemail (secretária eletrônica) e um número SkypeIn (chamado agora de “online number”). E também um número Skype to Go, mas infelizmente isso não está disponível no Brasil por enquanto. No meu caso, que já uso tantos outros serviços que tenho secretária eletrônica ativa por meses a perder de vista e vários números SkypeIn, isso não fez muita diferença. Mas são serviços adicionais interessantes para quem está considerando contratar uma assinatura.

Em resumo, estou muito satisfeita. Skype só dá bola dentro, com raríssimas exceções (Skype Pro sendo a única que me vem à cabeça…).

Interessados em experimentar os planos de assinatura, podem contratá-los neste link. Há opções de assinaturas por 1, 3 ou 12 meses. Lembre-se apenas que os minutos não utilizados não são acumulados para o mês seguinte. E se ficou alguma dúvida, tem o FAQ em inglês aqui e mais alguns detalhes no meu artigo no Meio Bit publicado quando o serviço foi lançado.

[5] Comentários 

15 de Setembro. Termina hoje o prazo para o cumprimento das metas da minha primeira lista de 101 Coisas em 1001 Dias (projeto que toco desde Dezembro de 2005, conheça aqui). Então é hora de fazer um balanço de tudo, ver erros e acertos não só com relação à minha lista, mas também ao projeto como um todo. Vou aproveitar para contar algumas novidades.

Minha lista:

Quando criei esta primeira lista tendo os 1001 dias pela frente, minha vida era muito diferente do que é hoje. Eu incluí ítens que tinham a ver com a minha realidade da época e com o tempo e todas as transformações pelas quais passou minha vida neste período, eles foram perdendo o sentido. Alguns eu substituí. Outros ficaram lá. Na prática, a lista que ficou publicada no blog não refletia a lista real como um todo (ela está completamente desatualizada), o que não significa que eu tenha perdido de vista minhas metas e objetivos ou que eles não fossem bem claros para mim. E sim que, por um motivo ou outro, eu não atualizei a lista “oficial”.

Passados os 1001 dias, o balanço que eu tenho para fazer é que com base nas coisas que eu realmente queria mudar na minha vida, atingi algo em torno de 80% dos objetivos. O restante não aconteceu por um destes dois motivos:

1) Circunstâncias fora do meu controle.

2) Procrastinação, falta de organização.

No entanto, estas foram coisas que de fato não eram prioritárias para mim. E, mais importante, o aprendizado que veio das não-realizações valeu MUITO a pena. Aprendemos com os erros. Vejo isso como saldo positivo e não negativo.

Eu me lembro de quando escrevi a primeira lista e hoje, olhando para trás, observo com muito orgulho o quanto cresci e me desenvolvi neste período. O quanto minha vida mudou para melhor em diversos aspectos. Quantas coisas eram apenas sonhos e hoje são realidade concreta. E o quanto o efeito resitual destas mudanças está me levando na direção de novos objetivos, ainda que, oficialmente, o prazo tenha se esgotado.

Em resumo: estou muito satisfeita com os resultados. Satisfeita comigo mesma. Feliz com os acertos e com os erros: os acertos se traduziram em mudanças positivas, os erros em aprendizado essencial para o resto da vida.

Estou trabalhando na minha nova lista. Quando estiver pronta, publico aqui no blog sobre ela.

O projeto:

Neste período todo desde que o projeto foi lançado, tive a oportunidade de observar quais são seus pontos fortes e pontos fracos. O projeto original, criado por Michael Green, previa e propunha apenas a criação da lista com 101 objetivos a serem atingidos. Com o passar do tempo eu notei que havia formas de otimizar o potencial desta idéia se os participantes pudessem interagir. Esta interação daria uma natureza comunitária ao projeto e possibilitaria coisas como apoio entre participantes, utilização de resursos e habilidades que antes encontravam-se isolados e, evidentemente, colocaria em contato pessoas com metas em comum.

Com esta idéia em mente, após criar o grupo no Flickr onde as pessoas compartilham fotos de suas realizações, o passo seguinte foi abrir uma lista de discussão que está em funcionamento há quase um ano (desde 30/Setembro/2oo7). Em seguida, em Março deste ano, criei também uma comunidade no Ning para que os participantes pudessem criar seus perfis dentro deste ambiente e interagir entre si. Nesta comunidade já somos, hoje, mais de 300 pessoas, algumas das quais optaram por postar suas listas lá mesmo.

Esta idéia de juntar os participantes de forma comunitária revigorou o projeto exatamentecomo eu esperava que fosse acontecer. Os contatos se estreitaram, as pessoas se ajudam, compartilham dicas sobre como atingir objetivos em comum, amizades se formam. Tudo isso é muito familiar para mim, que toco uma comunidade sobre chinchilas há 10 anos. Ainda assim, é interessantíssimo ver as pessoas vibrarem com cada conquista, postarem fotos com sorrisos estampados no rosto e acompanhar cada um ativamente mudando sua vida para melhor.

Um dos casos recentes mais interessantes é o da Tâmara, que enviou um email para a lista de discussão compartilhando conosco a concretização do seu marco de perda de peso (leia a trajetória em detalhes aqui). Todo mundo vibrou. Muita gente encontrou no sucesso e na experiência dela inspiração para atingir um objetivo similar.

Amo muito tudo isso!!!

Novidades:

Há aproximadamente um ano venho conversando com o Michael, dividindo com ele as experiências do projeto no Brasil, comparando com os resultados dos participantes do projeto original e estamos agora pensando em soluções para integrar os dois projetos. Tanto o Michael quanto eu escrevemos artigos e dicas para os participantes e encontramos as mesmas deficiências com base na interação com participantes de diferentes países do mundo. Também com base nisso, fomos debatendo novas idéias para serem implementadas. Elas só não foram ainda lançadas oficialmente porque ainda não fizemos a integração.

Uma das coisas que notamos é que as deficiências não estão no conceito do projeto em si, mas na forma como as pessoas lidam com suas listas. Há quem argumente que 1001 dias é muito tempo. Há quem defenda que este prazo seja excelente. Mas todos concordam que criar uma lista no início para um período de longo prazo, ainda que ao longo do tempo as metas precisem ser ajustadas (isso acontece praticamente com todo mundo!), faz com que as pessoas se obriguem a pensar nas suas vidas como um todo e tomar consciência do que precisa ser feito.

Portanto, a idéia original do projeto permanece, mas no último ano fomos trocando idéias sobre como oferecer uma dinâmica mais otimizada aos participantes para ajudá-los a manter o foco. A criação das comunidades já foi um passo nesta direção, muito embora tenha sido uma iniciativa minha e, portanto, unilateral por enquanto.

Estas conversas nos ajudaram a clarear as idéias e o resultado disso chegará em breve lá no blog do 101 Coisas em 1001 Dias - que, aliás, passará por uma reformulação grande.

A todos os participantes, um enorme obrigada pela energia positiva que vocês trazem ao projeto. A quem não participa ainda, leia tudo sobre o projeto neste link e junte-se a nós:

Lista de discussão

Comunidade no Ning

Grupo no Flickr

[2] Comentários 

Mais um caso de amadorismo em serviço de atendimento ao cliente no Brasil:

Ganhei uma uma lava-roupas comprada nas casas Bahia. Não é uma loja onde costumo comprar, mas estava com o melhor preço e as melhores condições. A máquina foi entregue ontem. Fiz a instalação direitinho e, conforme indicado no manual de instruções, coloquei a máquina para bater um ciclo antes de começar a usar. O ciclo parou no meio com a máquina com água pela metade e não fez mais nada. Nem tirar da tomada e colocar de volta resolveu.

Olhei a nota e liguei para o 0800 das Casas Bahia. O atendimento foi lento e 90% das frases ditas pela atendente foi: “Mais um momento por favor”. O resto foi repetição de informações que já haviam sido passadas no início, muitas delas desnecessárias na minha opinião, mas whatever. Ao final da conversa a atendente me informa que um técnico viria ao local no prazo de 1 a 5 dias:

-  Mas peraí, vocês não marcam pelo menos um dia?

- Não, o técnico tem de 1 a 5 dias para ir até o local.

- E se o técnico aparecer e eu não estiver em casa?

- Precisa ter uma pessoa em casa para atender o técnico.

- Você quer que eu fique dentro da minha casa por 5 dias esperando este técnico aparecer?

- Você precisa deixar alguém em casa para atender o técnico.

- Não tenho ninguém que possa ficar aqui se eu for sair.

- Mas precisa ficar alguém.

- Não. Isso não é nem um pouco realista. Vocês precisam NO MÍNIMO agendar um dia, melhor ainda seria um horário, mas no mínimo um dia.

- Um minuto por favor.

(Cada questão que eu levantava era sempre seguida desta última frase, pois a atendente não tinha condições de responder perguntas fora do script dela).

Ela então me pediu para repetir todos os dados que eu já havia passado e informou que para marcar um dia ou horário eu teria que entrar em contato com o fabricante. Pedi o telefone do fabricante e anotei o número do protocolo que, segundo ela, continuava válido. Como eles cruzariam o protocolo das casas Bahia com a GE eu não faço idéia, mas liguei então no número que ela me passou. Estava errado, era telefone de outra empresa, outra marca.

Já com a paciência pelas tampas, resolvi ligar diretamente na loja onde a máquina foi comprada. A primeira pessoa que me atendeu ouviu tudo que eu já tinha explicado duas vezes no atendimento ao cliente e disse que iria passar para a área de crediário:

- A máquina não foi comprada em crediário.

- Mas é com eles que você tem que falar.

(então tá…)

A pessoa do crediário que atendeu na seqüência ouviu tudo de novo. Pediu para eu aguardar um momento e eu ouço ela falando com alguém:

- Passaram uma ligação aqui no crediário sobre produto com defeito, o que tem uma coisa a ver com a outra?

(Você que está lendo isso provavelmente está pensando o mesmo que eu pensei). Ela então me disse que eu teria que falar com o “Alexandre” - e transferiu a ligação.

Pela quinta vez explico a situação. Ele me informa que a máquina seria trocada - quando o produto apresenta defeito nas primeiras 72 horas após a entrega, é trocado. Mas para isso eu teria que ir pessoalmente à loja com a nota fiscal. Perguntei se não bastaria passar os dados da nota. “Não, você precisa vir pessoalmente”.

Isso não faz nenhum sentido para mim, mas se não tem outro jeito, vamos até a loja. Estava ao menos satisfeita com o desfecho - muito embora isso significasse que eu ficaria mais uns 4-5 dias sem máquina (com pilhas de roupa para lavar), porque para facilitar eles não têm estoque na loja local e precisam pedir na central, que por sua vez fica em outra cidade. Enquanto me preparava para ir até a loja, me liga o vendedor que me atendeu quando a máquina foi comprada, querendo saber se era eu quem havia ligado e perguntando o que havia acontecido exatamente. Tudo de novo, explico tudo de novo mais uma vez. Ele agora está em dúvida se manda um técnico ou troca a máquina.

Se eu tenho direito a troca, quero outra. Ele queria me mandar a máquina que está em exposição na loja. Não, eu não quero a máquina que está em exposição na loja. Eu quero uma máquina nova, sem riscos, funcionando perfeitamente, embalada e entregue na minha casa. Isso é o que foi comprado. O vendedor foi bem atencioso até, mas acho impressionante que se tenha que passar por todos estes estágios para chegar a uma solução - que na verdade eu nem sei qual será exatamente ainda. Estou aguardando a ligação do vendedor.

Mais absurdo ainda é uma empresa passar um prazo de CINCO dias para enviar um técnico e assumir que todas as pessoas tenham circunstâncias de vida que permitam que haja alguém em casa todos os dias. Isso sem falar na total deficiência de treinamento dado aos atendentes que se embananam com qualquer pergunta fora do script deles. Ou é treinamento deficiente ou a capacidade de raciocínio desta atendente em particular é, digamos, comprometida.

Brasil, né gente? Brasil…

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Se você esteve em hibernação numa caverna nas últimas semanas e não sabe o que é Blip.fm, uma explicação rápida: é um novo serviço de micro-blogging, como o Twitter, mas com foco em música. As mensagens em si são músicas e podem ou não vir acompanhadas de comentários de texto - mas não se pode postar exclusivamente texto, como nos demais serviços de micro-blogging (para isso serve o Twitter, certo?). Participando ativamente do site, você fica com uma compilação das músicas que gosta, pode fazer seu playlist e descobrir músicas novas. E, claro, descobrir o que seus amigos gostam de ouvir.

Blip.fm é uma das melhores invenções dos últimos tempos. Não que música no contexto de mídia social seja novidade, longe disso. Muito menos micro-blogging. Mas a junção destas duas coisas com simplicidade torna o Blip.fm uma daquelas coisinhas viciantes que entram para a rotina da sua vida online com uma naturalidade impressionante.

Música é universal. Você pode não entender o que está sendo cantado quando é em outro idioma, mas melodias, batidas, harmonias e sons são universais. E a música é tão natural ao ser humano que povos e tribos diferentes de todo o mundo se expressam desta forma desde o início dos tempos.

Com isso em mente, o Blip.fm é o primeiro site de micro-blogging no qual eu não preciso criar dois perfis separados para postar em dois idiomas diferentes. Posto os textos em português, mas a mensagem principal dos posts no Blip.fm é a música - e esta, todos entendem, incluindo os gringos que me seguem em outros serviços como o Twitter, por exemplo.

Se você ainda não está lá, cadastre-se. Se está, me adicione: blip.fm/patty. Por enquanto, o widget com as músicas que estou postando aparece antes do primeiro post aqui no blog. Talvez mude de lugar, mas por enquanto está aí.

[5] Comentários 

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